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Prometeus

eu já tinha visto isso faz um tempo e rolou na lista do podbility hoje denovo

é meio viagem, massssss

Mal publiquei o ultimo texto e dois amigos “do bem” vieram com ressalvas sobre qualidade versus quantidade. (recomendo a leitura)

Bom, eu ter dito que é papel da publicidade e não do canal foi meio querendo afirmar isso, mas no final eu estava mais querendo discutir a questão do custo financeiro mesmo, que é como as empresas entendem investimento.

por isso que escrevi aquele –update– afinal não tinha deixado tão claro que foi uma resposta rápida a um problema técnico, não a minha visão “completa” sobre o caso, e por isso o título talvez mereceu um update também.

Na minha visão efetivamente, o grande problema de trabalhar com mídia social é que é um campo sempre visto exclusivamente como investimento de marketing, e por isso voltado a venda de produtos e etc.

Um pensamento que exige a matemática: investimento + exposição = venda

Mas, se não é marketing, o que é?

É engajamento, é aquela vontade de ler sobre um assunto que se gosta, é sede de conhecer, conversar, trocar informações, comentar, enfim! é isso que faz as pessoas se relacionarem, e também em comunidades digitais.

Para uma marca (uma ideia institucionalizada), o real valor de estar onde as pessoas estão é mais a oportunidade de “se humanizar” se relacionar, mostrar que por tras do que ela vende e faz tem gente trabalhando, que acredita naquilo

em uma frase curta: gerar simpatia!

E quando a marca traz algo legal DE FATO para quem está simplesmente alí, em seu canto na rede social, aí sim a gente está falando de algo não-invasivo, algo que vai ser lembrado, comentado, passado para frente.

Vale muito mais iniciativas próprias como o ecoblogs da Mapfre

E isso talvez ainda exija a velha mecanica de valores financeiros para ter espaço e aparecer em outros lugares no começo, mas o que se faz com esse espaço é o mais importante

Umas das agências com que tenho parceria me ligou com uma dúvida de uma cliente que queria um esclarecimento sobre o que seria o ROI do investimento dela.

—update:
esse é um texto mais técnico baseado na visão de mercado de ROI, não considerando engajamento, valor e afinidade com a marca e etc (disso falo depois, afinal, na mínha visão social media não é necessáriamente investimento de marketing) mas o arroz com feijão na hora de fechar a conta—

Os argumentos da moça eram: quantos acessos eu terei a mais em meu site com o valor que eu vou gastar em publicidade online (social media + online media)?

Um pensamento fácil né? o intuito da moça era medir o custo por cabeça, por exemplo: 300 leitores efetivos a mais no site a 5.000 reais são aproximadamente R$16,50 por leitor.

Ela quer usar social media para bombar o site (que é o produto) dela.

Mas o que acontece é que a conta não é bem essa.  Mídia online se vende como impresso real (numa comparação grosseira), por CPM (custo por mil impressões), uma herança que explica muita coisa, comparando dois exemplos:

  • No jornal, o CPM (que era na verdade o custo de tiragem) vinha embutido com o custo de produção real, pois era impresso: tinta +papel + funcionários + redação + distribuição + lucro (que só é possível por causa da credibilidade/público que compra o jornal, e é com esse público que a marca ia falar)
  • Na WEB, o CPM cobra muito mais essa “credibilidade” do site, esses leitores fiéis (com quem a marca quer também falar) do que a estrutura, mas isso não quer dizer que ainda não se tenha gastos com servidores, computadores e de equipe (blogueiro/redação/conteúdista) que também estejam embutidos.

De qualquer jeito, a vantagem da web é que as impressões são, de fato, acessos de leitores, o que é muito atrativo para o anunciante em termos de números e relatórios (o que as burocráticas empresas entendem erroneamente como ROI), já que no jornal por exemplo não se sabia se o que foi pago para ser impresso seria efetivamente lido.

Essa segurança de métricas é o que atrai tanto. (e que nunca se teve lá muito certo antes da internet)

mas em nenhum dos casos é garantido que o cara vá cair em seus objetivos: comprar o produto ou entrar no SEU site, isso depende da qualidade do que foi anunciado e da criatividade do anuncio, é papel da publicidade, não do canal.

O canal (blog/site) tem os acessos que tem, e é por isso que se paga, pelos acessos DELE. E mais acessos quer dizer mais chance de impacto efetivo, se a mensagem for boa.

É diferente de cobrança por CPC (custo por clique) que aí sim dirige acessos para o SEU site como o google AdWords, e cobra só por isso.

Já ouvi gente dizer: “se não me traz acessos não vale a pena”, mas se analisar como era feito antes, na era da TV/Jornal, a publicidade sempre foi cobrada assim.

Se você quer PAGAR só por acessos efetivos, invista em SEO e AdWords, vai ser mais feliz, mas terá talvez menos alcance.

Não que os blogs gerem engajamento automático, mas estar onde o público-alvo está já é meio caminho para quem quer exposição.

O resto é saber fazer propaganda (para a função real dela que é gerar mind-share, aumentar market-share e vender pra caralho), seja no meio que for, e essa já é outra questão.

Sabe aquela coisa de energias? que tudo volta para você, que as energias se multiplicam e se difundem? eu super acredito.

A física moderna explica a criação do mundo como a explosão de uma grande massa(?), que espalhou suas partículas pelo universo,o big bang, então basicamente tudo é feito dessas “very same” partículas, tudo farinha do mesmo saco, tudo a mesma energia.

Então se você tem pensamentos positivos e busca ser feliz, isso se multiplica, ao mesmo tempo se vocÊ está em um ambiente carregado por descrença, inveja ou sentimentos de impotência, alerta vermelho.

Eu não sou partidário de que se tem que ser feliz o tempo todo, não como uma obrigatoriedade, porque se é obrigatório a pessoa sente culpa nos dias que não está assim tão bem, e né, o mundo é cão, não depende da gente sempre.

mas isso só quer dizer que se deve ser autêntico com seus sentimentos: chorar direito para rir direito, e não que se tem que rir ou chorar o tempo todo.

Pensar assim me ajuda muito, mas também atrapalha as vezes, boto a culpa de certos sentimentos em mim mesmo e esqueço de coisas que são importantes para mim, como dar risada por exemplo.

hoje entrei no bigstereo, coisa que não fazia faz alguns meses, ouvindo mais um som animador do que as coisas calmas que ando ouvido, e foi libertador…

Então eu sei que tem horas que a gente fica meio cego, mas queria compartilhar aqui com vocês esses pensamentos que podem mudar a vibe do seu dia, exercitem as boas energias #ficadica.

steve

Os conselhos são válidos, eu só não sei se ficou parecendo auto-promoção/política demais para mim. Sabe aquela coisa de o que a gente fala versus o que a gente faz? Não posso dizer que conheço tão bem assim o método do André Matarazzo de trabalho, mas se ele fizer realmente tudo o que falou nesse humilde power point, sem perfeccionismos e com tanta humildade/humanidade, parabénssss :D e é ponto para o Brasil. Em todo caso, fazendo ou não, a sacada é super válida e eu sim acredito que toda agência tenha que ter sua filosofia de trabalho bem definida, mesmo que seja para descumprí-la de vez em quando.

Farewell 2009

“Como vocês puderam perceber, este blog anda meio desatualizado”

Essa é uma frase comum em muitos blogs e ironicamente começo este post assim também, mas essa é a natureza dos blogs e do conteúdo 2.0 na internet: ele existe pela vontade do blogueiro/escritor, de suas motivações, assuntos e também da agenda.

Nestes últimos 2 meses tive uma virada profissional imprevista, mas interessante: voltei a fazer produção, uma coisa que me acompanha já há alguns anos entre idas e vindas e que eu gosto muito de fazer.

Um trabalho mais off-line, que exige conhecimento em assuntos variados e que me obriga a me manter bem informado e sempre lendo, estudando e experimentando coisas, conhecendo lugares e correndo de lá para cá.

Dedicação e organização são minhas ferramentas de trabalho, e por isso mesmo resolvi voltar as minhas atenções mais para isso por agora, por isso vocês não andam me vendo tanto online.

Neste momento estou na casa de um grande e querido amigo em Porto Alegre, o @bealencastro,  fazendo os preparativos para o ano que está chegando.

De 2009 levo muitas impressões, coisas que aprendi, pessoas queridas, algumas mágoas também e uma agenda lotada e turbulenta. Nem todo ano é fácil, mas saio com a sensação de que estou vivendo, e viver é experimentar todos os sabores do caminho.

Que 2010 seja um ano de sucesso, amor, saúde e de sorrisos para todos nós, e hoje, um dia de renovação, para entrarmos bem na segunda década deste novo milênio.

E sonhem, porque pelo menos para mim, uma vida sem sonhos também não interessa.

Salut!

Retweet integrado nativamente no twitter é um exemplo máximo de uma empresa que entende seus consumidores, seus hábitos e tem a capacidade de se reinventar, conquistando…

Parece bobagem, mas o Retweet não é um recurso nativo do twitter, é um comportamento criado pelos usuários, um tipo de referenciação de informação com menção à fonte. Todas as ferramentas de gerenciamento de tweet criadas através da API aberta suportavam este recurso, o que tornava a implantação nativa desnecessária, mas quando o Twitter endossa um comportamento de seus usuários/clientes, ele mostra que acima de tudo seu serviço é voltado e pensado para eles.
O cliente/usuário em primeiro lugar, como foco, é o que dá sentido e reafirma a qualidade de uma empreitada/empresa, a razão de ser de uma pessoa jurídica.

Quem dera todas as empresas entendessem qual seu real propósito.

Gráfico bem interessante sobre o consumo de música digital no últimos 3 anos versos o mercado de mídia física.

Veio pela lista do Podbility

Google Caffeine

Em breve entrará publicamente em funcionamento a nova “engine” de indexação do Google em um de seus datacenters, o projeto Caffeine.

O design da página de pesquisas não pretende mudar, mas a forma como o Google indexa documentos deve se tornar mais ágil. Isso significa que novas páginas poderão ser encontradas mais rapidamente no buscador, além de terem melhor semântica, devolvendo melhores resultados na busca.

Isso também altera os resultados de pagerank e de quantidade de páginas mostradas em cada pesquisa, Clicando aqui você pode ver um pré teste feito pelo pessoal do Mashable em agosto na versão sandbox (beta/teste), que não está mais disponível.

As mudanças na estrutura de indexação também podem ser ótimas para eliminar os espertalhões que usam de artifícios  para mascarar resultados e conseguirem artificialmente primeiras posições no buscador. (principalmente o pessoal do marketismo de plantão)

Apesar disso, o Google team afirma que quem segue boas práticas de SEO não precisa se preocupar, segue um videozinho simpático com mais info.

Via Mashable

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